REPOSITORIO PUCSP Teses e Dissertações dos Programas de Pós-Graduação da PUC-SP Programa de Pós-Graduação em Serviço Social
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dc.creatorVidal, Elisa Borri-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1152685614219940pt_BR
dc.contributor.advisor1Abramides, Maria Beatriz Costa-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2931326982352100pt_BR
dc.date.accessioned2022-02-02T19:15:19Z-
dc.date.available2022-02-02T19:15:19Z-
dc.date.issued2021-06-30-
dc.identifier.citationVidal, Elisa Borri. Deixa a gira girar: como o racismo religioso se expressa nos terreiros. 2021. Tese (Doutorado em Serviço Social) - Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/24473-
dc.description.resumoAs religiões afro-brasileiras constituem-se, enquanto patrimônio cultural, detentoras de valores civilizatórios, memória, identidade e ancestralidade, contudo, nunca experimentaram liberdade de culto e foram (e ainda são) incessantemente perseguidas, marginalizadas e silenciadas. Esse processo histórico, social e político versa sobre o racismo, visto que, apesar de serem minorias religiosas, as religiões afro-brasileiras são as vertentes mais atingidas pelas práticas e discursos de ódio. A presente pesquisa intitulada “Deixa a gira girar: como o racismo religioso se expressa nos terreiros” objetiva problematizar o imaginário socialmente construído de subalternização e demonização que recaem de modo acintoso sobre as Comunidades Tradicionais de Terreiro (CTTro). Também é anseio deste estudo ser ferramenta organizativa no combate ao racismo religioso a partir da criação do Movimento Gira Livre (MOGILI). A metodologia participativa de natureza quali-quantitativa possibilitou a partir das contribuições dos sujeitos da pesquisa – adeptos das religiões de matrizes africanas – não só a construção de uma rede materializada no mapeamento dos terreiros como também deram arcabouço para analisar, sob a perspectiva marxista, de que forma a violência religiosa tem impactado o cotidiano do povo de axé e quais as estratégias de luta que estes tem desenvolvido contra o racismo religioso. O racismo religioso revela-se enquanto uma expressão do genocídio do povo negro, a medida em que, oprime e violenta o seu patrimônio cultural, todavia, a resistência histórica das comunidades tradicionais de terreiro contrapõe a ordem de apagamento e com muita luta e resistência preservam em nossa sociedade seus saberes, linguísticas, estéticas e ritualísticas ancestrais diaspóricaspt_BR
dc.description.abstractAfro-Brazilian religions are, as cultural heritage, holders of civilizing values, memory, identity and ancestry, however, they never experienced freedom of worship and were (and still are) unceasingly persecuted, marginalized and silenced. This historical, social and political process is about racism, since, despite being religious minorities, AfroBrazilian religions are the strands most affected by hate speech and practices. The present research entitled “Let the gira girar: how religious racism is expressed in the terreiros” aims to problematize the socially constructed imagery of subalternization and demonization that fall sharply on the Traditional Communities of Terreiro (CTTro). It is also the desire of this study to be organizational tool in the fight against religious racism from the creation of the Gira Livre Movement (MOGILI). The qualitative and quantitative participatory methodology made possible, based on the contributions of the research subjects - followers of African religions - not only the construction of a network materialized in the mapping of the terreiros, but also provided a framework to analyze, under the Marxist perspective, how religious violence has impacted the daily lives of the people of axé and what strategies of struggle they have developed against religious racism. Religious racism is revealed as an expression of the genocide of the black people, insofar as it oppresses and violates their cultural heritage, however, the historical resistance of the traditional terreiro communities opposes the order of erasure and with much struggle and resistance they preserve in our society its diasporic ancestral knowledge, linguistics, aesthetics and ritualsen_US
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulopt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Ciências Sociaispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsPUC-SPpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Estudos Pós-Graduados em Serviço Socialpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRacismopt_BR
dc.subjectRacismo religiosopt_BR
dc.subjectReligiões afro-brasileiraspt_BR
dc.subjectRacismen_US
dc.subjectReligious racismen_US
dc.subjectAfro-Brazilian religionsen_US
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIALpt_BR
dc.titleDeixa a gira girar: como o racismo religioso se expressa nos terreirospt_BR
dc.title.alternativeLet the gira girar: how religious racism is expressed in the terreirosen_US
dc.typeTesept_BR
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